
"Enquanto existirem mães ternas embalando um bercinho, enquanto os filhos forem sua prioridade, enquanto existirem mães que, de bom grado, renunciam a si mesmas em prol dos filhos que colocou no mundo, enquanto existirem mães que educam muito mais com exemplos do que com palavras, enquanto a Maternidade for encarada e recebida como a mais sublime missão ofertada a uma mulher,
poderemos continuar tendo esperanças de uma civilização melhor e de um novo porvir. Mas o contrário disto é a derrocada de todas as esperanças humanas porquanto até mesmo as mães do mundo animal priorizam as suas crias instintivamente. Que tipo de mães estes tempos de capitalismo selvagem, de permissividade, de exaltação da beleza a qualquer preço, de inversão de valores, de péssimos exemplos vindos da mídia têm nos permitido ser?
Mulheres, não coloquem filhos no mundo se não forem verdadeiramente vocacionadas. Não coloquem filhos no mundo porque passou a ser um anseio ou uma cobrança social ou familiar e não uma decisão pessoal. Não coloquem filhos no mundo para preencherem seus próprios vazios existenciais. Não coloquem filhos no mundo se não tiverem condições materiais, morais e espirituais para suprí-los. Não coloquem filhos no mundo se eles não forem profundamente desejados e esperados. E acima de tudo, estejam preparadas para aceitarem que os filhos terão seus próprios destinos, e que muitas vezes serão diferentes do que sonhamos ou idealizamos para eles".
poderemos continuar tendo esperanças de uma civilização melhor e de um novo porvir. Mas o contrário disto é a derrocada de todas as esperanças humanas porquanto até mesmo as mães do mundo animal priorizam as suas crias instintivamente. Que tipo de mães estes tempos de capitalismo selvagem, de permissividade, de exaltação da beleza a qualquer preço, de inversão de valores, de péssimos exemplos vindos da mídia têm nos permitido ser?
Mulheres, não coloquem filhos no mundo se não forem verdadeiramente vocacionadas. Não coloquem filhos no mundo porque passou a ser um anseio ou uma cobrança social ou familiar e não uma decisão pessoal. Não coloquem filhos no mundo para preencherem seus próprios vazios existenciais. Não coloquem filhos no mundo se não tiverem condições materiais, morais e espirituais para suprí-los. Não coloquem filhos no mundo se eles não forem profundamente desejados e esperados. E acima de tudo, estejam preparadas para aceitarem que os filhos terão seus próprios destinos, e que muitas vezes serão diferentes do que sonhamos ou idealizamos para eles".

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